quarta-feira, 29 de maio de 2013

Para celebrar com o Papa o Corpus Christi



Cidade do Vaticano (RV) – O departamento de Celebrações Litúrgicas do Vaticano divulgou segunda-feira, 27, uma nota assinada pelo cerimoniário, Mons. Guido Marini, a respeito da festividade do próximo dia 30 de maio: o Papa Francisco presidirá a celebração eucarística na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo no adro da Basílica de São João de Latrão; seguirá em procissão eucarística até a Basílica de Santa Maria Maior e concederá a solene bênção eucarística na basílica liberiana.

Já o Cardeal-Vigário, Dom Agostino Vallini, escreveu uma carta dirigida aos párocos da diocese, esclarecendo que “esta celebração é de particular importância no Ano da Fé, em que somos chamados a testemunhar também nas ruas de nossa cidade a presença real de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento”.

O Secretariado-Geral do Vicariato de Roma informa que para a participação dos fiéis, os portões de acesso à Praça estarão abertos a partir das 17h. “Não haverá bilhetes de ingresso. Religiosos, enfermos em cadeiras de rodas (com seus acompanhantes), confrarias e associações eucarísticas serão encaminhados para áreas especiais.

Os bilhetes estão disponíveis apenas para o acesso ao adro esquerdo (religiosos e seminaristas) e direito (sacerdotes). Os ingressos para estas áreas podem ser retirados no Vicariato até quarta-feira (29).

Para quem não está em Roma, pode seguir a missa e a procissão de Corpus Christi na Basílica de São João de Latrão a partir das 19h locais (14h – horário de Brasília), com os comentários em português pela Rádio Vaticano.

(CM)



Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/28/para_celebrar_com_o_papa_o_corpus_christi/bra-696105
do site da Rádio Vaticano 

Web Rádio Paz e Bem, a mais nova maneira de evangelizar de nossa província

Web Rádio Paz e Bem, a mais nova maneira de evangelizar de nossa província
Publicado em: 20/05/2013 às 23:02:14
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No dia 19 de Maio, domingo de Pentecostes, a nossa Web Rádio Paz e Bem entrou no ar oficialmente, e teve a participação especial de nosso Ministro Provincial Frei Bernardo.
O nossa web rádio ainda esta em fase de estruturação e logo, logo teremos uma grade de programação para que nossos web ouvintes fiquem antenados em nossos programas.
Neste mesmo dia tivemos a primeira missa transmitida ao vivo pela nossa web rádio, na qual era presidida por Frei Bernardo, que com muita alegria agradeceu pela audiencia de todos.
Sintonize pelo nosso site http://wrb-radio-assuncao.webnode.com/ e curtam a nossa página no facebook: Província Assunção , contamos com a participação de todos!
 
 
Enviado por: Frei W. Emanuel, ofm

Frei Michael Perry é eleito Novo Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores

Frei Michael Perry é eleito Novo Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores
Publicado em: 22/05/2013 às 09:51:54
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Moacir Beggo

Roma (Itália) - O norte-americano Michael Anthony Perry foi eleito, nesta quarta-feira (22/5), na Cúria Geral de Roma, na Itália, Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores para completar o sexênio (até 2015) com a saída de Frei José Rodríguez Carballo, que foi nomeado arcebispo pelo Papa Francisco. Ele se torna o 120º sucessor de São Francisco de Assis.
Nascido em Indianápolis (EUA) no dia 7 de junho de 1954, Frei Michael estava no cargo de Vigário Geral da Ordem. Ele foi Ministro Provincial da Província do Sagrado Coração de Jesus (EUA), onde também foi professor de Teologia e, no pós-noviciado, trabalhou na Comissão Internacional de JPIC. Durante dez anos, trabalhou como missionário na República Democrática do Congo, a serviço da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA.
Seu currículo acadêmico inclui doutorado em Antropologia Teológica, mestrado em Teologia, mestrado em Formação Sacerdotal e Bacharelado em História e Filosofia.
Frei Michael ingressou na Ordem Franciscana em 25 de junho de 1977 quando fez o noviciado. Em 11 de agosto de 1978 fez a profissão temporária e professou solenemente na Ordem dos Frades Menores no dia 10 de outubro de 1981.
Frei Michael é o terceiro norte-americano a ocupar o posto de São Francisco de Assis. Antes dele, o primeiro a ser eleito foi Frei Valentine Schaff, da Província São João Batista, e o segundo Frei John Vaughn, da Província de Santa Bárbara, para um mandato de 1979-1991.
A Ordem dos Frades Menores está presente em 110 países, organizada em 103 províncias, 8 custódias autônomas, 14 custódias dependentes, 1 Federação e 20 Fundações. As Províncias e Custódias Autônomas são governadas, respectivamente, pelo Ministro Provincial e seu Definitório ou pelo Custódio e seu Conselho, eleitos pelo Capítulo Provincial ou Custodial. As Províncias de uma ou mais áreas geográficas formam uma Conferência. Na Ordem dos Frades Menores as Conferências de Ministro Provinciais somam 14.
A Ordem dos Frades Menores está constituída por cerca de 15 mil frades que, incorporados nas Províncias e nas Custódias, são governados pelo Ministro Geral com seu Definitório (Conselho). A Regra dos Frades Menores, confirmada pelo Papa Honório III (1223), é o fundamento da vida e da legislação da Ordem.
Frei Michael substitui a Frei José Carballo, que foi Ministro Geral eleito em 2003 e reeleito em 2009, quando teria pela frente um mandato de seis anos (2009/2015). Mas com a nomeação de Frei José pelo Papa Francisco para a Secretaria da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, foi convocada a eleição para esta quarta-feira, quando 34 representantes das 14 Conferências da OFM, mais o Definitório Geral e o Custódio da Terra Santa elegeram Frei Michael.
Os representes da Conferência Brasileira, presentes em Roma, são o presidente Frei João Inácio Müller, Provincial da Província São Francisco de Assis, no Rio Grande do Sul, e o vice-presidente Frei Fidêncio Vanboemmel, da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.

 
 
Enviado por: Frei Wagner do Nascimento

quinta-feira, 28 de março de 2013

 
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Francisco na Missa do Crisma: “Ser pastor é sentir o cheiro das ovelhas”

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco celebrou na manhã desta Quinta-feira Santa, que abre o Tríduo Pascal, a Missa do Crisma na Basílica Vaticana.
Em sua homilia, falou da simbologia dos ungidos, seja na forma, seja no conteúdo. A beleza de tudo o que é litúrgico, explicou, não se reduz ao adorno e bom gosto dos paramentos, mas é presença da glória do nosso Deus que resplandece no seu povo vivo e consolado.
“O óleo precioso, que unge a cabeça de Aarão, não se limita a perfumá-lo, mas se espalha e atinge «as periferias». O Senhor dirá claramente que a sua unção é para os pobres, os presos, os doentes e quantos estão tristes e abandonados. A unção não é para perfumar a nós mesmos, e menos ainda para que a conservemos num frasco, pois o óleo tornar-se-ia rançoso... e o coração amargo.”
Para Francisco, o bom sacerdote reconhece-se pelo modo como é ungido o seu povo: “Nota-se quando o povo é ungido com óleo da alegria; por exemplo, quando sai da Missa com o rosto de quem recebeu uma boa notícia. O nosso povo gosta do Evangelho quando é pregado com unção, quando o Evangelho que pregamos chega ao seu dia a dia, quando escorre como o óleo de Aarão até às bordas da realidade, quando ilumina as situações extremas, «as periferias» onde o povo fiel está mais exposto à invasão daqueles que querem saquear a sua fé”.
Ser sacerdote é estar nesta relação com Deus e com o seu povo, pois assim a graça passa através dele para ser mediador entre Deus e os homens. Esta graça, todavia, precisa ser reavivada, para intuir o desejo do povo de ser ungido e experimentar o seu poder e a sua eficácia redentora: “Nas «periferias» onde não falta sofrimento, há sangue derramado, há cegueira que quer ver, há prisioneiros de tantos patrões maus”.
Não é nas reiteradas introspecções que encontramos o Senhor, adverte o Pontífice, nem mesmo nos cursos de autoajuda. O poder da graça cresce na medida em que, com fé, saímos para nos dar a nós mesmos oferecendo o Evangelho aos outros, para dar a pouca unção que temos àqueles que nada têm.
“O sacerdote que sai pouco de si mesmo, que unge pouco, perde o melhor do nosso povo, aquilo que é capaz de ativar a parte mais profunda do seu coração presbiteral. Quem não sai de si mesmo, em vez de ser mediador, torna-se pouco a pouco um intermediário, um gestor. Daqui deriva precisamente a insatisfação de alguns, em vez de serem pastores com o «cheiro das ovelhas», pastores no meio do seu rebanho, e pescadores de homens.”
Para enfrentar a crise de identidade sacerdotal, que se soma à crise de civilização, Papa Francisco convida a lançar as redes em nome Daquele em que depositamos a nossa confiança: Jesus.
E conclui: “Amados fiéis, permanecei unidos aos vossos sacerdotes com o afeto e a oração, para que sejam sempre Pastores segundo o coração de Deus. Amados sacerdotes, Deus Pai renove em nós o Espírito de Santidade com que fomos ungidos, o renove no nosso coração de tal modo que a unção chegue a todos, mesmo nas «periferias» onde o nosso povo fiel mais a aguarda e aprecia”.
(BF)
 
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Lava-pés: colocar-se a serviço de modo humilde, dos mais humildes

  Cidade do Vaticano (RV) - Na tarde desta Quinta-Feira Santa, Papa Francisco celebra a Santa Missa da Ceia do Senhor no Instituto Penal para Menores de Casal del Marmo. Esta Missa é caracterizada pelo rito do Lava-pés.
Celebrando no Instituto Penal para Menores, Francisco dá assim continuidade a uma tradição que assumiu quando ainda sacerdote. Em Buenos Aires, Bergoglio costumava celebrar esta Missa em prisões ou casas para pobres e marginalizados.
Para uma reflexão sobre o significado deste gesto, nós contatamos o Bispo responsável pela Pastoral Carcerária, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo de Mogi das Cruzes, em São Paulo:
A Semana Santa é um momento tão importante na vida da Igreja, um momento tão importante para a vida dos cristãos católicos. É um retiro espiritual, como se costuma dizer. Celebramos os principais mistérios das passagens da vida do Cristo e o mistério da salvação: a paixão, a morte e a ressurreição do Senhor – o tríduo pascal é assim a maior festa litúrgica da Igreja Católica durante o ano.
Na Quinta-feira Santa, o Evangelho traz o texto do Lava-pés, ou seja, no fundo é a Igreja querendo ensinar que quem entendeu o significado da eucaristia deixado por Jesus, memorial da Páscoa, da Nova Aliança, quem celebra a eucaristia tem que se colocar a serviço e a serviço de modo humilde, e a serviço dos humildes e dos pequenos. E aí que entra a proclamação do Evangelho de João, capítulo 13, que é o texto do lava-pés – esta passagem tão bonita de Jesus, que antes de entregar sua vida quis realizar este gesto. Gesto simples, mas ao mesmo tempo tão contundente a ponto de S. Pedro não entender. Ou seja, quem celebra a eucaristia tem que se colocar a serviço, a serviço do mais humilde.
Este ano, a Festa da Páscoa coincide com a chegada de Francisco. Este Papa que nos surpreendeu vindo da América Latina, nos surpreendeu pelo nome que escolheu – é a primeira vez que um Papa se chama Francisco, evocando a figura de S. Francisco de Assim, que mais do que ninguém foi o santo que lavou mesmo os pés: ele foi abraçar o leproso, foi ao encontro dos mais pobres. Então tudo coincide e mais ainda o fato de que o Papa Francisco escolheu lavar os pés de jovens que estão privados da liberdade, em recuperação. Isso será um gesto muito profético. Vamos aprender com tudo isso, vamos aprender com o gesto de Jesus, que se repete na Igreja, e ao qual todos nós, cristãos, somos chamados a realizar e que o Papa Francisco está evidenciando.
E quando se trata da situação dos presos, dentro daquele espírito do Evangelho de Mateus, ‘estive preso e me visitaste’ – quando se fala desta situação, estamos diante da situação social mais grave. Porque uma coisa é socorrermos uma criança indefesa, todos nós gostamos de fazer isso, outra coisa é ir ao encontro daqueles que um dia praticaram atos contra a sociedade e que vivem numa situação muito precária, muito desafiadora.
(BF)